Nos tempos atuais, o famoso “morar junto” acaba se tornando união estável que, sem a devida maturidade, numa ruptura pode se tornar uma grande e jurídica dor de cabeça Coluna | Direito em foco Vivemos na era da igualdade de gênero e da volatilidade dos relacionamentos afetivos. Casamentos que duram menos de um ano e namoros de semanas ou meses, muitas vezes impulsionados pela paixão, levam a coabitações precoces e imaturas. O resultado são rupturas marcadas por conflitos inte