Uma das vozes mais potentes e emblemáticas do samba mineiro, morreu nesta segunda-feira (2), vítima de um aneurisma cerebral. Em sua trajetória, ela converteu exclusão em linguagem, dor em cadência e resistência em canto No Palácio da Liberdade, durante o projeto Palácio do Samba, a voz de Adriana Araújo ecoou no coração institucional do estado. A mulher negra da Pedreira cantava no antigo epicentro das decisões políticas de Minas Gerais. Foto: Ronald Nascimento /Divulgação P