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Curta-metragemVilarejo Macacos preserva memória local

Atualizado: 6 de jan.

Animação mineira criada com IA resgata a história de Macacos e retrata, com  força e sensibilidade, o encontro entre indígenas, europeus e negros escravizados que moldou a região


Por: Daniela Costa


Fotos de campo, mapas, desenhos, registros históricos e até imagens do Google Earth, alimentaram as ferramentas de IA, permitindo que cada frame do filme tivesse precisão histórica. Imagem: divulgação
Fotos de campo, mapas, desenhos, registros históricos e até imagens do Google Earth, alimentaram as ferramentas de IA, permitindo que cada frame do filme tivesse precisão histórica. Imagem: divulgação

Entre mapas antigos, relatos orais, trilhas na mata e pesquisas silenciosas em bibliotecas, surgiu o curta-metragem “Vilarejo Macacos: uma jornada histórica no interior de Minas”. A animação de 11 minutos mistura tradição e tecnologia para recontar, de forma sensível e imagética, capítulos pouco conhecidos desse pedaço da história mineira e, claro, de Nova Lima. 


Há três anos, quando o escritor e diretor Víktor Waewell, 40 anos, se mudou para São Sebastião das Águas Claras,  carinhosamente conhecido como Macacos,  não imagina-va que aquele mergulho no território desencadearia uma das produções audio-visuais independentes mais impactantes do ano. Lançado em 30 de outubro no YouTube, o filme ultrapassou 20 mil visualizações na primeira semana, um feito raro para um projeto independente. 


Financiado pela Lei Paulo Gustavo, com apoio da Prefeitura de Nova Lima e do Ministério da Cultura, o curta utiliza ferramentas de inteligência artificial para gerar imagens que transitam entre o barroco mineiro, Van Gogh e Portinari, construindo um estilo visual próprio, vibrante e cheio de texturas.


Mas, por trás da estética impressionante, há um processo minucioso. Waewell passou meses coletando referências: fotos de campo, mapas, desenhos, registros históricos e até imagens do Google Earth. Tudo isso alimentou as  ferramentas de IA,  permitindo que cada frame tivesse precisão histórica. “Precisávamos de consistência. A roupa de um personagem, a arquitetura da vila, um animal passando ao fundo. Tudo precisava refletir a época”, conta o diretor.


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