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Envelhecer sem dor

Atualizado: 6 de jan.

Saiba como a fisioterapia, a osteopatia e o cuidado contínuo com o corpo podem prevenir limitações e garantir bem-estar e qualidade de vida em qualquer idade


Por: Daniela Costa


Alguns alertas do corpo indicam que é hora de ajustar hábitos, fortalecer a musculatura e adotar cuidados preventivos para não perder a mobilidade.  Foto: Freepik
Alguns alertas do corpo indicam que é hora de ajustar hábitos, fortalecer a musculatura e adotar cuidados preventivos para não perder a mobilidade. Foto: Freepik

Após os 30 anos, muitos homens e mulheres começam a perceber dores musculares que antes passavam despercebidas. O ritmo acelerado da rotina, aliado ao sedentarismo, longas horas sentado e hábitos posturais inadequados, favorece o surgimento de desconfortos nas costas, ombros, pescoço, quadris... 


A redução natural da flexibilidade, a perda de massa muscular e o estresse acumulado também contribuem para tensões constantes, sensação de rigidez ao acordar, fadiga, formigamentos e até dores de cabeça de origem muscular. Esses sinais, comuns mas muitas vezes ignorados, são alertas do corpo indicando que é hora de ajustar hábitos, fortalecer a musculatura e adotar cuidados preventivos para evitar quadros crônicos e ter qualidade de vida em qualquer idade.


“Dores musculoesqueléticas são muito mais do que estruturas desgastadas. Elas carregam hábitos, crenças e emoções”, diz Arno Ribeiro, fisioterapeuta e osteopata. Foto: Bruno Hannelt
“Dores musculoesqueléticas são muito mais do que estruturas desgastadas. Elas carregam hábitos, crenças e emoções”, diz Arno Ribeiro, fisioterapeuta e osteopata. Foto: Bruno Hannelt

Para o fisioterapeuta e osteopata Arno Ribeiro, o avanço da idade não deve ser visto como sinônimo de limitação, sofrimento ou conformismo. Pelo contrário: sua trajetória é atravessada justamente pela convicção de que o corpo humano - quando compreendido, respeitado e estimulado - tem uma capacidade extraordinária de se adaptar, recuperar e seguir em movimento. 


Ao longo dos anos, ele percebeu um padrão recorrente no consultório: dores que poderiam ter sido evitadas, fragilidades acumuladas  e um profundo desconhecimento das pessoas sobre o próprio corpo.


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